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JUCA-AO-VIVO JUCA-LIVE

2019, Live cinema performance, 50min

Maurício Chades and Ramiro Galas

Será que Juca tá vindo? Em JUCA-AO-VIVO, continuamos a buscar por JUCA, revirando os HD’s com arquivos do filme, editando na presença do público. Ao longo de 60min de performance, Maurício Chades e Ramiro Galas especulam tudo que JUCA ainda pode ser, processando imagens, sons e música em tempo real, em oposição ao filme renderizado para o formato ‘cinema’.
JUCA-AO-VIVO teve duas sessões durante a exposição Piramide, Urubu em 2019. A primeira foi a céu aberto, no alto da Pedra dos Amigos no Córrego do Urubu, um dos cenários do filme. A segunda sessão foi nas cúpulas de vidro da Torre de TV Digital de Brasília. Na performance, Maurício e Ramiro editam ao vivo os arquivos do filme, recombinando e mixando o material em diferentes versões.

Is Juca coming? In JUCA-LIVE, we continue to search for JUCA, rummaging through the HDs with film files, editing in the presence of the audience. During the 60-minute performance, Maurício Chades and Ramiro Galas wonder about everything that JUCA can still be, processing images, sounds and music in real time, as opposed to the film rendered for the ‘cinema’ format.
JUCA-LIVE had two sessions during the Pyramid, Urubu exhibition in 2019. The first was an open-air presentation, at the top of Pedra dos Amigos in Córrego do Urubu, one of the film scenarios. The second session was at the glass domes of the Brasilia Digital TV Tower. In the performance, Maurício and Ramiro edit the film files live, recombining and mixing the material in different versions.

fotos: Alessandra Tótoli e Flora Egécia

Maurício Chades é artista visual e cineasta piauiense. Mestre em Arte e Tecnologia e Bacharel em Audiovisual pela UnB, cursa um MFA na SAIC School of the Art Institute of Chicago, no departamento Film, Video, New Media and Animation. Os ecos entre tecnologias antigas e novas; o fluxo de matéria, orgânica, não orgânica e digital; rituais de morte, geometria espectral, ficção especulativa e tensões espaciais são temas que orbitam seu trabalho. Participou de exposições coletivas e exibiu filmes e vídeos em festivais nacionais e internacionais, como: Mostra do Filme Livre, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, RECIFEST, Jornada Internacional de Cinema da Bahia, FILE Electronic Language International Festival, Besides the Screen, Pune Film Festival, Bogotá Experimental e Sphere World Cinema Carnival. Em 2019 apresentou sua primeira exibição solo, Pirâmide, Urubu, na Torre de TV Digital de Brasília.

foto: Silvino Mendonça

Maurício Chades is a visual artist and filmmaker from the Brazilian Northeast. He holds a Master’s Degree in Art and Technology and a Bachelor’s Degree in Audiovisual, both from the University of Brasilia (UnB). He is currently pursuing a MFA at the SAIC School of the Art Institute of Chicago, in the Film, Video, New Media and Animation department. The echoes between old and new technologies; the flow of matter, organic, non-organic and digital; death rituals, spectral geometry, speculative fiction, and spatial tensions are some themes of his work. He participated in group art exhibitions and exhibited films and videos in Brazilian and international festivals, such as: Mostra do Filme Livre, Brasília Festival of Brazilian Cinema, RECIFEST, International Cinema Journey of Bahia, FILE Electronic Language International Festival, Besides the Screen, Pune Film Festival, Bogotá Experimental and Sphere World Cinema Carnival. In 2019 he presented his first solo exhibition, Pirâmide, Urubu, at the Digital TV Tower in Brasília.

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